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Falar com Deus

Intérprete: Novo Tom

Na oração encontro calma,
Na oração encontro paz
Orar a Deus faz bem à alma,
Falar com Deus me satisfaz

Falar com Deus, que privilégio
Abrir a alma ao Criador
Sentir que os céus estão abertos
E ouvir a voz do Salvador

Grande é o nosso Deus
E as obras que Ele faz
O Seu amor não tem limites,
Em Seu perdão encontro paz

Falar com Deus é o que preciso,
Pois Ele é fonte de poder
Só Nele a vida faz sentido,
Pois me dá forças pra viver

Grande é o nosso Deus
E as obras que Ele faz
O Seu amor não tem limites,
Em Seu perdão encontro paz

Na oração encontro calma,
Na oração encontro paz
Orar a Deus faz bem à alma,
Falar com Deus me satisfaz

Orar a Deus faz bem à alma,
Falar com Deus me satisfaz
Falar com Deus me satisfaz
(Grifos nossos)

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Um grande samurai


Gosto muito dessa fábula tenho-a guardadinha em meu email desde que a recebi de um colega que estudou comigo durante o Ensino Médio na Fundação Bradesco, o Josimar Bispo. Hoje resolvi postá-la, por esses dias lembrei e fiquei refletindo no ensinamento que ela passa de maneira tão simples e sútil ao mesmo tempo.

Um grande samurai  

Perto de Tóquio vivia um grande Samurai, já idoso, que agora se dedicava a ensinar o zen-budismo aos jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.

Certa tarde, um guerreiro, conhecido por sua falta de escrúpulos apareceu por ali. Era famoso por utilizar a técnica da provocação: esperava que seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de uma inteligência privilegiada para reparar erros cometidos, contra-atacava com velocidade fulminante.

O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta. Conhecendo a reputação do Samurai, estava ali para aumentar a sua fama. Todos os estudantes se manifestaram contra a idéia, mas o velho aceitou o desafio. Foram todos para a praça da cidade, e o jovem começou a insultar o velho mestre. Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos – ofendendo inclusive seus ancestrais. Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível. No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.

Desapontados pelo fato de que seu mestre aceitou tantos insultos, os alunos perguntaram: “Como o senhor pôde aceitar tanta indignidade? Por que não usou sua espada mesmo sabendo que podia perder a luta, ao invés de mostrar-se covarde diante de todos nós?” Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente? perguntou o Samurai. A quem tentou entregá-lo, respondeu um dos discípulos. O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos – disse o mestre. Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carrega consigo.

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Quero desde já ressaltar que não corroboro com nenhum dos ensinamentos do budismo e/ou desse negócio de zen! Eu, hein! rs

(Modificar a fábula é exagero!)

Gosto muito dessa fábula, ela me faz pensar, me ajuda de certa forma a pensar dessa maneira: Se eu não aceitar isso, jamais será meu, jamais me pertencerá… E isso é importante, se formos parar pra pensar quantos querem tirar nossa concetração, nosso brilho, nosso esforço e trabalho com seus insultos e armadilhas…? Aí, a gente pára, analisa a situação e recusa os “presentes”.

Bom, isso não é fácil, na verdade é bem difícil! É sempre bem dificil ver alguém te agredir e não partir para a agressão, não se defender …É sentir o deboche e ao mesmo tempo o sangue ferver e se controlar!  Mas, se a gente quer ser melhor do que é, vale a pena o esforço…

Não adianta orar, pedir a Deus mais paciência, calma e a operação do Espírito Santo e no primeiro teste esquecer tudo e se render a raiva e as agressões. Orar a Deus pedindo transformação e não buscar essa transformação, não buscar santificação de nada adianta e isso me faz lembrar de uma passagem de Thiago 1:23-25:

22 E sede cumpridores da palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos com falsos discursos.

23 Porque, se alguém é ouvinte da palavra, e não cumpridor, é semelhante ao homem que contempla ao espelho o seu rosto natural;

24 Porque se contempla a si mesmo, e vai-se, e logo se esquece de como era.

25 Aquele, porém, que atenta bem para a lei perfeita da liberdade, e nisso persevera, não sendo ouvinte esquecidiço, mas fazedor da obra, este tal será bem-aventurado no seu feito.”

É fácil orar e pedir: -Senhor, Senhor…!

E no primeiro teste, na primeira provação e dificuldade esquecer de tudo que se deseja e do semblante que se quer ter. E não digo isso como tom de superioridade, mas com toda a humildade que se pode ter, pois para mim também é muito dificil, é uma luta constante e árdua  procurar focar os olhos no objetivo no qual se quer chegar.

Contudo, o mais importante é não esquecer que: as melhores coisas demandam esforço!

Orar?

Hoje me inscrevi no Canal do Voltemos ao Evangelho no Youtube!
Assisti esse vídeo e recomendo: Hernandes Dias Lopes – É Possível um Crente Fiel Viver sem Orar?

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